Esta casinha cor-de-rosa junta charme, luxo e tranquilidade — saiba onde fica

Na Fajã de Baixo, em São Miguel, existe uma casa cor-de-rosa que não passa despercebida. Não só pela fachada, mas pela história, pela arquitetura e pela forma como acolhe os visitantes.

A Pink House Azores, na ilha de São Miguel, é um alojamento que convida ao descanso, à contemplação e ao contacto com o melhor da tradição açoriana, sem abdicar do conforto contemporâneo. Este espaço singular nasceu da reconstrução de um antigo celeiro que pertence à mesma família há seis gerações. Em 2017, o edifício foi transformado em duas casas de hóspedes independentes: a Pink House e o Pink Studio.

A Pink House é perfeita para famílias ou grupos de amigos. Com capacidade para cinco a sete pessoas, a casa principal dispõe de três quartos, duas casas de banho privadas e uma casa de banho adicional. Os quartos ficam no rés-do-chão, com acesso direto ao pomar, enquanto a sala de estar em open space e a cozinha totalmente equipada ocupam o primeiro andar e abrem para um terraço ideal para refeições ao ar livre. Os preços variam entre 296€ e 505€ por noite, dependendo da época do ano.

Já o Pink Studio, com 30m², é um refúgio ideal para casais ou famílias pequenas. A cozinha compacta, a zona de estar e o quarto estão organizados de forma fluida, separadas por móveis feitos à medida que mantêm o espaço amplo e luminoso. O estúdio também inclui um terraço privado com mobiliário de jardim. Os preços oscilam entre 114€ e 195€ por noite, conforme a temporada.

A estadia mínima é de três noites.

Rodeado por dois hectares de jardins, pomares, relvados e pequenos bosques, o alojamento oferece aos hóspedes uma experiência verdadeiramente imersiva na paisagem açoriana. O uso da piscina da propriedade está incluído, e o pequeno-almoço é servido diariamente com produtos locais, perfeitos para começar bem o dia antes de explorar a ilha.

O projeto de reabilitação foi assinado pelo estúdio de arquitetura Mezzo Atelier, que integrou artesãos locais no processo de produção de mobiliário e objetos personalizados, mantendo vivo o espírito da ilha em cada detalhe. A aposta na preservação do passado, aliada a um olhar moderno e funcional, valeu à Pink House o Prémio de Arquitetura Paulo Gouveia, em 2018. Desde então, o espaço tem atraído viajantes que procuram uma experiência autêntica nos Açores e que valorizam design, calma e a beleza natural da ilha.

Pink House Azores

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Fotos: Fernando Guerra

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